quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Mulher vai prestar queixa de roubo e é indiciada por crime de mando


Lupita encenando sua própria morte, com sangue falso
O delegado de polícia do Municipio de Pindobaçu, a 390 km de Salvador (Bahia), Marconi Almino desvendou o que seria mais um crime de mando na região.

Tudo começou quando Maria Nilza Pereira Simões resolveu prestar queixa na delegacia da cidade, informando no boletim de ocorrencia que teria sido roubada por Carlos Roberto Alves de Jesus. Até ai, tudo parecia apenas mais uma queixa de rotina.

A farsa começou a ser descoberta quando o delegado intimou o acusado para prestar esclarecimentos. No depoimento de Carlos Roberto apareceu a grande suspresa.

Ele contou que teria sido contratado por Nilza para matar Erenildes Aguiar Araujo, conhecida como "Lupita”. No acordo, o ex-presidiário receberia a quantia de R$ 1000,00 para assassinar ”Lupita”, e que receberia o pagamento somente após terminar o ”trabalho”.

Precisando do dinheiro, Carlos Roberto, que conhecia a sua suposta vítima, resolveu em parceria com "Lupita” fazer uma encenação e dividir a ”bolada” oferecida. Com o consentimento dela, o ex-presidiário foi até um mercadinho na cidade e comprou uma embalagem de catchup.

Carlos levou "Lupita” para um matagal, amarrou mãos e pés com uma corda e ainda amordaçou a mesma. Em seguida, espalhou catchup por todo o corpo dela e deixou "cravada” uma faca proximo ao peito esquerdo, tudo devidamente planejado.

Tirou fotos e levou para a mandante confirmado que tinha feito o serviço. A mandante satisfeita, foi imediatamente a uma agência bancária de Pindobaçu e retirou a quantia, efetuando assim o pagamento pelo "serviço prestado”.

Tudo corria como planejado até que, em uma determinada noite, em um forró, Nilza passeava quando viu em sua frente a mulher que tinha mandando matar.

Maria Nilza Pereira Simões, foi indiciada por crime de mando, perdeu o dinheiro e "Lupita” continua viva.

via Cidade Informe

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